Gerdau participou hoje (13) de uma reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Infraestrutura Nacional. Depois do encontro, Gerdau Johannpeter afirmou que a empresa ainda não decidiu se entra no consórcio que vai construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu (PA), no lugar da Bertin, que desistiu do negócio. “É uma oportunidade, mas não temos uma definição sobre isso. O tema energia é sempre estudado e nós já temos outros investimentos como autoprodutor”, resumiu Johannpeter.
O presidente da frente parlamentar, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) disse que a comissão vai trabalhar para derrubar a medida provisória que prorroga a validade da Reserva Global de Reversão (RGR), encargo cobrado na conta de luz. O tema será debatido em audiência pública marcada para 4 de maio.
O deputado lembra que, apesar de ter a matriz energética baseada em fontes hidráulicas, que estão entre as mais baratas, o Brasil tem uma das energias mais caras do mundo por causa dos encargos que incidem sobre o serviço. “Hoje, a energia concorre para a falta de competitividade da nossa indústria”, disse.
A RGR foi criada em 1957 para constituir um fundo que permite à União indenizar eventuais reversões de concessão de serviços de energia elétrica. No fim do ano passado, a cobrança foi prorrogada até 2035 por meio de uma medida provisória, que ainda deve ser analisada pelo Congresso Nacional. Segundo a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), a RGR e os impostos que incidem sobre ela representam aproximadamente R$ 2,5 bilhões ao ano nas contas de luz dos consumidores.
Gerdau participou hoje (13) de uma reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Infraestrutura Nacional. Depois do encontro, Gerdau Johannpeter afirmou que a empresa ainda não decidiu se entra no consórcio que vai construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu (PA), no lugar da Bertin, que desistiu do negócio. “É uma oportunidade, mas não temos uma definição sobre isso. O tema energia é sempre estudado e nós já temos outros investimentos como autoprodutor”, resumiu Johannpeter.
O presidente da frente parlamentar, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) disse que a comissão vai trabalhar para derrubar a medida provisória que prorroga a validade da Reserva Global de Reversão (RGR), encargo cobrado na conta de luz. O tema será debatido em audiência pública marcada para 4 de maio.
O deputado lembra que, apesar de ter a matriz energética baseada em fontes hidráulicas, que estão entre as mais baratas, o Brasil tem uma das energias mais caras do mundo por causa dos encargos que incidem sobre o serviço. “Hoje, a energia concorre para a falta de competitividade da nossa indústria”, disse.
A RGR foi criada em 1957 para constituir um fundo que permite à União indenizar eventuais reversões de concessão de serviços de energia elétrica. No fim do ano passado, a cobrança foi prorrogada até 2035 por meio de uma medida provisória, que ainda deve ser analisada pelo Congresso Nacional. Segundo a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), a RGR e os impostos que incidem sobre ela representam aproximadamente R$ 2,5 bilhões ao ano nas contas de luz dos consumidores.