Diante dos constantes aumentos nos preços do etanol e da gasolina, o consumidor está voltando a se interessar pelo gás natural veicular (GNV). Por isso, a Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) está estudando uma forma de reaquecer o setor.
O diretor presidente da empresa, Matias Gonsales Soares, defende investimentos na área e afirma que a MSGÁS pretende viabilizar mais gás natural no interior do estado. “Em Campo Grande há nove postos que comercializam o GNV. No momento, a quantidade é suficiente para a demanda. Nossos esforços estão direcionados para que mais postos do interior também comercializem o gás natural”, declara.
Para que haja mais adeptos ao gás natural, a MSGÁS está preparando uma campanha para incentivar novos consumidores a converter seus veículos para GNV. Outro objetivo da campanha é estimular os usuários do gás a atualizar os kits que já possuem por outro de tecnologia mais moderna, visando a um melhor desempenho, economia e proteção ao meio ambiente.
Economia
Estudo realizado pela MSGÁS aponta o gás natural veicular como o combustível mais econômico. Para o cálculo foram levados em consideração os seguintes dados: motores movidos à gasolina em média rodam dez quilômetros por litro; com o kit GNV, um metro cúbico roda 12 quilômetros. Além disso, há doze meses o preço do gás natural se mantém estável, enquanto que os preços do etanol e da gasolina têm subido constantemente.
Mais vantagens
Além da economia, o gás natural veicular ainda é mais vantajoso do que os demais combustíveis porque é menos poluente. A combustão do GNV com excesso de ar é muito próxima da combustão completa, produzindo dióxido de carbono e vapor d’água e inibindo a formação de resíduos de carbono no motor, o que aumenta sua vida útil e reduz os custos com manutenção.
Em função da baixa formação de resíduos da combustão e por ser um combustível limpo e seco que não se mistura nem contamina o óleo lubrificante, permite um maior intervalo entre troca de óleo sem comprometer o motor.
O GNV ainda é totalmente distribuído por tubulação de alta pressão, não existindo qualquer contato com o combustível e, assim, eliminando possibilidades de contaminação ou adulteração.
Além disso, o impacto ambiental causado pelo gás natural, quando comparado com os combustíveis tradicionais, pode reduzir as emissões de monóxido de carbono (CO) em 70%, de óxido de nitrogênio (NOx) em 84% e de hidrocarbonetos pesados (CnHm) em 88%.
O diretor presidente da empresa, Matias Gonsales Soares, defende investimentos na área e afirma que a MSGÁS pretende viabilizar mais gás natural no interior do estado. “Em Campo Grande há nove postos que comercializam o GNV. No momento, a quantidade é suficiente para a demanda. Nossos esforços estão direcionados para que mais postos do interior também comercializem o gás natural”, declara.
Para que haja mais adeptos ao gás natural, a MSGÁS está preparando uma campanha para incentivar novos consumidores a converter seus veículos para GNV. Outro objetivo da campanha é estimular os usuários do gás a atualizar os kits que já possuem por outro de tecnologia mais moderna, visando a um melhor desempenho, economia e proteção ao meio ambiente.
Economia
Estudo realizado pela MSGÁS aponta o gás natural veicular como o combustível mais econômico. Para o cálculo foram levados em consideração os seguintes dados: motores movidos à gasolina em média rodam dez quilômetros por litro; com o kit GNV, um metro cúbico roda 12 quilômetros. Além disso, há doze meses o preço do gás natural se mantém estável, enquanto que os preços do etanol e da gasolina têm subido constantemente.
Mais vantagens
Além da economia, o gás natural veicular ainda é mais vantajoso do que os demais combustíveis porque é menos poluente. A combustão do GNV com excesso de ar é muito próxima da combustão completa, produzindo dióxido de carbono e vapor d’água e inibindo a formação de resíduos de carbono no motor, o que aumenta sua vida útil e reduz os custos com manutenção.
Em função da baixa formação de resíduos da combustão e por ser um combustível limpo e seco que não se mistura nem contamina o óleo lubrificante, permite um maior intervalo entre troca de óleo sem comprometer o motor.
O GNV ainda é totalmente distribuído por tubulação de alta pressão, não existindo qualquer contato com o combustível e, assim, eliminando possibilidades de contaminação ou adulteração.
Além disso, o impacto ambiental causado pelo gás natural, quando comparado com os combustíveis tradicionais, pode reduzir as emissões de monóxido de carbono (CO) em 70%, de óxido de nitrogênio (NOx) em 84% e de hidrocarbonetos pesados (CnHm) em 88%.