A Coordenadoria da Infância e da Juventude de MS está empenhada na mobilização do sistema de garantia de direitos para otimização das ações da justiça da infância e juventude, por isso, em abril, realizou um encontro na comarca de Maracaju que, segundo seus participantes, teve ótimo aproveitamento.
O sucesso foi tamanho que a Coordenadoria já está preparando mais um encontro para junho e, desta vez, será para as comarcas da 2ª circunscrição: Dourados, Caarapó, Itaporã, Fátima do Sul, Glória de Dourados e Deodápolis.
Das palestras e debates preparadas nos mesmo moldes de evento anterior devem participar juízes, promotores, defensores, equipes técnicas e representantes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) e coordenadores da Entidade de Acolhimento das Comarcas.
No primeiro encontro estiveram profissionais de Jardim, Bela Vista, Bonito, Nioaque, Porto Murtinho, Maracaju, Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul, que apreciaram e conheceram ações implantadas com sucesso na Capital e que serão desenvolvidas nas outras 53 comarcas de Mato Grosso do Sul.
Saiba mais - No encontro de Maracaju, a juíza Katy Braun do Prado, titular da vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital, falou sobre “O papel da Coordenadoria da Infância e Juventude no apoio e mobilização das Ações da Justiça e da Infância”, e sobre “Violência contra criança; adolescente: o processo judicial de responsabilização do autor do crime e a proteção da vítima”.
A psicóloga Maria Cecília da Costa, e analista de Ações Socioeducativas, abordou o tema “Medidas socioeducativas e Sinase, prevenção da violência nas escolas e Justiça Restaurativa: os desafios do juiz, do MP, dos técnicos, dos educadores e da sociedade”, além de apontar um “Roteiro para um diagnóstico das comarcas: construindo o conhecimento da realidade local do sistema de aplicação das MSE”.
Doêmia Ceni, assistente social da Vara da Infância, Juventude e do Idoso de Campo Grande, e Rosa Pires Aquino, psicóloga da Coordenadoria da Infância, tiveram suas falas focadas na “Rotina diária das medidas de proteção (entidades, procedimentos e impasses do procedimento de acolhimento institucional, famílias acolhedoras, Projeto Padrinho, cadastros, adoção nacional e internacional)”, e “Roteiro para um diagnóstico das comarcas: construindo o conhecimento da realidade local do sistema de garantia de direitos e da rede de atendimento”.
O sucesso foi tamanho que a Coordenadoria já está preparando mais um encontro para junho e, desta vez, será para as comarcas da 2ª circunscrição: Dourados, Caarapó, Itaporã, Fátima do Sul, Glória de Dourados e Deodápolis.
Das palestras e debates preparadas nos mesmo moldes de evento anterior devem participar juízes, promotores, defensores, equipes técnicas e representantes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) e coordenadores da Entidade de Acolhimento das Comarcas.
No primeiro encontro estiveram profissionais de Jardim, Bela Vista, Bonito, Nioaque, Porto Murtinho, Maracaju, Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul, que apreciaram e conheceram ações implantadas com sucesso na Capital e que serão desenvolvidas nas outras 53 comarcas de Mato Grosso do Sul.
Saiba mais - No encontro de Maracaju, a juíza Katy Braun do Prado, titular da vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital, falou sobre “O papel da Coordenadoria da Infância e Juventude no apoio e mobilização das Ações da Justiça e da Infância”, e sobre “Violência contra criança; adolescente: o processo judicial de responsabilização do autor do crime e a proteção da vítima”.
A psicóloga Maria Cecília da Costa, e analista de Ações Socioeducativas, abordou o tema “Medidas socioeducativas e Sinase, prevenção da violência nas escolas e Justiça Restaurativa: os desafios do juiz, do MP, dos técnicos, dos educadores e da sociedade”, além de apontar um “Roteiro para um diagnóstico das comarcas: construindo o conhecimento da realidade local do sistema de aplicação das MSE”.
Doêmia Ceni, assistente social da Vara da Infância, Juventude e do Idoso de Campo Grande, e Rosa Pires Aquino, psicóloga da Coordenadoria da Infância, tiveram suas falas focadas na “Rotina diária das medidas de proteção (entidades, procedimentos e impasses do procedimento de acolhimento institucional, famílias acolhedoras, Projeto Padrinho, cadastros, adoção nacional e internacional)”, e “Roteiro para um diagnóstico das comarcas: construindo o conhecimento da realidade local do sistema de garantia de direitos e da rede de atendimento”.