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Missão da Fiems leva 13 empresários a encontro em Iquique

20 de maio 2011 - 16h12 Por Redação Douranews, com Assessoria
Missão da Fiems leva 13 empresários a encontro em Iquique
O IEL reuniu nesta sexta-feira os empresários do Estado que vão participar do evento no Chile

No âmbito do Programa Pró-Chile, o IEL, por meio do CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems, vai levar 13 empresários sul-mato-grossenses dos segmentos de logística, serviços empresariais, confecções, máquinas e equipamentos, plásticos e PVC e de containers, câmaras e equipamentos frigoríficos para participarem do 2º Encontro Empresarial de Iquique, no Chile, que será realizado de 25 a 27 de maio. Trata-se da primeira vez que uma missão empresarial é organizada pelo Sistema Fiems para o Chile e a expectativa é proporcionar aos empresários do Estado a oportunidade de realizar negócios no país.

Segundo Fábio Fonseca, coordenador do CIN da Fiems, os organizadores do 2º Encontro Empresarial de Iquique estiveram no ano passado em Campo Grande para convidar empresários de Mato Grosso do Sul para participarem do evento. “No Chile, a missão empresarial vai participar de rodadas de negócios, de reuniões bilaterais entre empresas chinesas, chilenas, bolivianas, brasileiras, argentinas e paraguaias, de seminários para detalhar as perspectivas econômicas, normas fitossanitárias, procedimentos de ingresso de mercadorias no país e sistema de operação da zona franca da região e de visitas de negócios aos portos de Iquique”, detalhou.

Ele informa que a missão empresarial contará com representantes da Marcopolo Comércio & Logística, DWS Logística, Agosto Confecções, IP Comércio de Confecções e Calçados, Arial Comércio de Confecções e Calçados, Wakamatsu Indústria Mecânica e Comércio, Cold Line Brasil, D’Itália Indústria e Comércio de Plásticos, Di Classe Confecções, Sindivest/MS, Fecomércio, Sesc/MS e Senac/MS. “É importante participar dessa missão para conhecer melhor a logística de transporte portuário do Chile por onde podemos chegar até o mercado asiático”, reforçou o empresário José Francisco Veloso, dono da Di Classe, presidente do Sindivest/MS e diretor da Fiems.

Empresários

Francisco Veloso acrescenta ainda que o trabalho de integração comercial entre Mato Grosso do Sul e Chile tem se intensificado nos últimos anos por parte das articulações da atual Diretoria do Sistema Fiems. “Temos desenvolvido várias ações nesse sentido por considerar a localização do Chile estratégica comercialmente. Nesse sentido, pretendemos divulgar as empresas do Estado que têm interesse de importar e exportar via portos chilenos”, pontuou.

A empresária Marta Imiko Fukuchi, diretora da Wakamatsu Indústria Mecânica e Comércio, também pretende utilizar a participação na missão empresarial a Iquique para entrar em contato com novas empresas. “Pretendo oferecer os nossos produtos, que são máquinas perfiladeiras, para potenciais compradores chilenos e de outros países próximos”, destacou ao participar nesta sexta-feira (20/05) da reunião para tratar sobre a programação oficial do evento, os setores confirmados que participarão da roda de negócios, o formato e horários da roda de negócios, a agenda das empresas brasileiras e a logística de viagem.

Portos chilenos

O coordenador do CIN da Fiems destaca que a região de Iquique está posicionada estrategicamente, sendo porta de entrada e saída para o Peru, Paraguai, norte da Argentina, Bolívia, sul do Brasil e continente asiático, além de oferece inúmeros subsídios na contratação de mão-de-obra e na compra de bens de capital. Ele ainda reforça as vantagens para os empresários sul-mato-grossenses do uso dos portos chilenos para importação e exportação de produtos para o mercado asiático.

“A utilização dessa rota reduziria em até 7 mil quilômetros a distância até o mercado asiático, além de diminuir em até 5% o valor do frete pago atualmente pela produção industrial do Estado destinada a esse mercado na comparação com o uso dos portos do Oceano Atlântico”, declarou, completando que hoje todos os segmentos do setor industrial do Estado poderiam ser beneficiados com o uso dos portos chilenos, entre eles, o de alimentos, de metalmecânica, de celulose e papel, de soja e derivados, de carne e seus subprodutos.