Desta vez, a beneficiada com um microcomputador AMD K6-2, mais acessórios, incluindo um monitor de tubo de 14 polegadas foi Glória H. dos Santos, residente no bairro Canaã I. O jornalista disse ter ficado comovido com o relato de Glória, que é portadora de necessidades especiais, visto que o micro ainda vai beneficiar mais pessoas da casa, pois pronto para conexão com a internet.
A CPU foi doada por um funcionário de uma loja de móveis do centro da cidade e o monitor, por uma senhora moradora no centro. O microcomputador e outros acessórios que foram agregados passaram por manutenção, antes de serem entregues.
Falta de Estrutura
De acordo com o jornalista, o trabalho que vem sendo desenvolvido há um ano, corre o risco de ser totalmente paralisado, visto não haver nenhum tipo de apoio por parte de órgãos governamentais. “Uma das maiores dificuldades, é conseguir memórias mais antigas e mesmo disco rígido (HD), para salvar um micro que ainda pode rodar por mais alguns anos e francamente falando, não tenho condições financeiras de comprar isso”.
Além do lixo eletrônico resultante – inevitável nesta atividade – o maior problema enfrentado pelo jornalista é com o descarte dos tubos de vidros dos monitores, já que as placas são retiradas e seus componentes originais reaproveitados. “Os metais eu levo para a Agecold, uma associação que realiza um trabalho fantástico em prol do meio-ambiente em Dourados. Ofereci sugestões de parcerias para o município e entidades educacionais (universidade), mas até agora, nem sinal de resposta. Poderíamos aproveitar melhor a coleta seletiva, selecionar, consertar e doar para pessoas ou entidades de bairros. Acredito que dezenas de CPU, monitores e outros acessórios deixariam de ser descartados em lixões clandestinos ou mesmo no aterro sanitário de Dourados”, explicou o jornalista.
Colaborações
Detalhes sobre o projeto e como ajudar, podem ser obtidos pelo e-mail [email protected]