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Ação Fiems encaminha mais um grupo de costureiras à indústria

24 de novembro 2011 - 17h38 Por Redação Douranews
Ação Fiems encaminha mais um grupo de costureiras à indústria
Até agora já foram enviadas 150 pessoas para as fábricas de 4 indústrias de confecção de Campo Grande

No âmbito do Ação Fiems Campo Grande, o Senai encaminhou, na manhã desta quinta-feira (24/11), mais um grupo de pessoas do curso de costura industrial realizado na região do Jardim Noroeste para fazerem teste para eventual contratação pela indústria de confecção Kabriolli, totalizando 150 trabalhadores entre junho e novembro deste ano enviados para as fábricas de 4 indústrias do município.

Trata-se do 2° grupo encaminhado para atender a demanda da fábrica da Kabriolli. O primeiro foi encaminhado no fim de agosto deste ano e era composto por 20 moradoras do Bairro Los Angeles, enquanto este segundo foi formado por 12 trabalhadoras. Com esse grupo, sobe para cinco o número de turmas de trabalhadores qualificados pelo Senai em costura industrial enviados para as indústrias de confecções de Campo Grande – Universo Íntimo, Kabriolli, Cativa Têxtil e Agosto Confecções.

Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o encaminhamento do 5° grupo de profissionais capacitados no Programa Ação Fiems confirma o sucesso o novo formato de formação profissional adotado neste ano na Capital. “Com mais essa etapa da Ação Fiems, cumprimos nosso compromisso de qualificar e encaminhar os trabalhadores capacitados pelo Senai ao mercado de trabalho. É uma ação que começou com o pré-cadastramento dos moradores, início e conclusão dos cursos e entrega dos certificados para os formandos”, pontuou.

Parceria

De acordo com a gestora de pessoas da Kabriolli, Karla Rodrigues, a fábrica sempre necessita de trabalhadores para preencher o quadro de funcionários. “Nossa demanda é grande e esperamos até o primeiro semestre do ano que vem suprir o nosso déficit por profissionais capacitados. Para isso, contamos com a parceria do Senai, que é imprescindível para o crescimento do nosso empreendimento no Estado”, reforçou.

O presidente da Associação de Moradores do Jardim Noroeste, Carlos Henrique Faustino, garante que é efetiva a participação das moradoras durante o curso e posterior encaminhamento à indústria. “É nítido o interesse de todos durante as aulas, elas ficam ansiosas para finalizar, serem aprovadas e depois encaminhadas para o mercado de trabalho”, ressaltou.

Para Luceia Aparecida de Souza, 35 anos, a finalização do curso e o encaminhamento para o mercado de trabalho representam uma melhoria na qualidade de vida. “Acredito que a iniciativa contribui a realização de sonhos de toda uma família, conseguir um emprego com carteira assinada e trabalhar em algo que está apta”, disse. Já Maria Gomes da Silva Ribeiro, 54 anos, deixou o emprego de diarista para se dedicar ao curso de costura industrial. “Sempre estive em busca de um emprego melhor e esta oportunidade chegou em boa hora”, garantiu.

Da mesma forma fez Jucylene Chagas Rodrigues, 27 anos, que trabalhou sempre como diarista e resolveu fazer o curso para trabalhar em algo que realmente gosta. “Sempre gostei de costura e agora vou poder trabalhar em uma empresa onde gosto de exercer esta função. Acho que devemos fazer todo e qualquer serviço muito bem, mas com amor”, ressaltou. Ramona Edilene Cardoso Mendes, 37 anos, destaca que a busca pelo curso surgiu como forma de se qualificar. “Queria uma novidade, algo que despertasse o interesse em aprender e trabalhar. Adorei o curso e agora tenho a chance de ser contratada”, disse.