Advogado Hassan Hajj postou opinião no grupo Douranews — Reprodução
"Criou-se Insegurança jurídica sem precedente". A opinião é do advogado douradense Hassan Hajj, depois que o ministro Cristiano Zanin assumiu, monocraticamente, a decisão de prorrogr as eleições gerais deste segundo turno no Brasil, encerradas oficialmente às 17 horas, pelo horário de Brasília, até às 19 horas neste domingo (25) em todo o País.
A medida decorreu de petição apresentada pela coligação do presidente Lula, candidato a reeleição, considerando intercorrências ocorridas em algumas seções el,eitorais, como São Paulo e capitais do nordeste, onde problemas de transporte de eleitores teriam inviabillizado a presença dos cidadãos ao exercício do voto.
Trata-se, a decisão do ministro do STF, para o advogado douradensem em "mais uma flagrante Interferência do STF na competência do TSE, em desrespeito à Constituição". Segundo ele, a decisão "açodada", que impacta a vida de todos os brasileiros, cria um imbróglio legal e coloca o Brasil em siktuação de "vergonha perante o mundo".